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28 DE JULHO — DIA DO AGRICULTOR

Homenagem ao Dia do Agricultor
 
O Dia do Agricultor é celebrado em 28 de julho, data criada em razão de ter sido nesse dia, em 1960, a fundação do Ministério da Agricultura, no mandato de Juscelino Kubitschek. É importante não confundir essa data com o dia do Agricultor Familiar, que é comemorado em 25 de julho.
 
O agricultor possui uma ampla relevância na economia brasileira e também para a população mundial, pois é a sua atividade que propicia a maior parte da produção de alimentos, sobretudo aqueles que estão na mesa de todos os trabalhadores, tais como arroz e feijão. Por esse motivo, a homenagem aos agricultores, além de justa, é necessária, pois faz referência a um dos mais relevantes serviços prestados para a sociedade.
 
Sabemos que a agricultura pertence ao setor primário da economia e, como tal, encarrega-se – ao lado dos setores extrativistas – de produzir, além dos alimentos, as matérias-primas que são empregadas na fabricação de mercadorias. Além disso, a agricultura vem ganhando um maior peso na produção de energia em virtude do cultivo de vegetais utilizados na biomassa, com destaque para os biocombustíveis.
 
Podemos dizer que a profissão ou o exercício do agricultor é uma das mais antigas da história da humanidade, haja vista que a agricultura constituiu-se no período Neolítico há mais ou menos 10 mil anos. Com isso, foi permitida a sedentarização do ser humano, ou seja, o fim da prática nômade, o que alicerçou as primeiras bases para a formação das civilizações e sociedades.
 
Com o tempo, em razão dos avanços das técnicas, a agricultura e, consequentemente, o trabalho do agricultor foram se transformando gradualmente. As principais transformações são historicamente recentes, com destaque para o processo de mecanização e modernização no campo que foi responsável pelo aumento da produtividade dos bens agropecuários. Embora existam críticas a esse processo – principalmente ao emprego estrutural gerado no meio rural –, essa modernização foi muito importante para ampliar a geração de alimentos e matérias-primas.
 
No Brasil, uma das primeiras práticas estabelecidas após o início da colonização portuguesa – além do extrativismo vegetal do Pau-Brasil – foi a instalação das chamadas plantations, as monoculturas agrícolas. Inicialmente, o principal produto foi a cana-de-açúcar, mas, com o tempo, outros ciclos agrícolas sucederam-se, com destaque para o café ao longo do século XIX e a soja no século XX. Atualmente, o Brasil é o maior produtor mundial de café, cana-de-açúcar e laranja, bem como o segundo maior produtor de soja (atrás apenas dos Estados Unidos), conforme dados divulgados em 2009 pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).
 
Em resumo, a importância da agricultura se dá em diferentes aspectos: a) produção de alimentos para toda a sociedade; b) geração de matérias-primas para a posterior industrialização; c) geração de empregos, embora esses sejam mais diminutos atualmente; d) desenvolvimento da economia, com a geração de riquezas e aumento das exportações. O Dia do Agricultor, 28 de julho, é, portanto, uma homenagem justa estabelecida em prol dos trabalhadores e produtores do campo!
 
Escrito por Rodolfo Alves Pena

12 DE JULHO DIA DO ENGENHEIRO FLORESTAL

No dia 12 de julho comemora-se o Dia do Engenheiro Florestal, um profissional responsável por analisar os ecossistemas florestais e planejar estratégias para que seja feito seu uso de maneira sustentável. Essa data foi escolhida porque em 12 de julho de 1073 faleceu São João Gualberto, que foi escolhido pelo Papa Pio XII, em 1952, como o Protetor dos Florestais.
 
A profissão de Engenheiro Florestal, como dito anteriormente, garante o manejo adequado de recursos florestais. Segundo a resolução nº 218, de 29 de junho de 1973, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, compete ao engenheiro florestal o desenvolvimento de atividades “referentes à engenharia rural; construções para fins florestais e suas instalações complementares, silvimetria e inventário florestal; melhoramento florestal; recursos naturais renováveis; ecologia, climatologia, defesa sanitária florestal; produtos florestais, sua tecnologia e sua industrialização; edafologia; processos de utilização de solo e de floresta; ordenamento e manejo florestal; mecanização na floresta; implementos florestais; economia e crédito rural para fins florestais; seus serviços afins e correlatos.”
 
O papel desse profissional é extremamente importante, uma vez que o país possui uma grande área florestal e necessita, portanto, de profissionais capazes de controlar a exploração desenfreada de seus recursos. Para ser um bom profissional, é fundamental ter ética e comprometimento com a preservação da natureza.
 
Além do respeito aos recursos naturais, o engenheiro florestal necessita ter conhecimento acerca das ciências biológicas, exatas e humanas. As matérias fundamentais para sua formação são amplas e, em geral, envolvem política e legislação florestal, solos e nutrição de plantas, cartografia e geoprocessamento, ecossistemas florestais, gestão de recursos naturais renováveis, proteção florestal, entre várias outras.
 
O curso de Engenharia Florestal é relativamente recente. A primeira instituição que formou profissionais com o objetivo de atuar na área florestal foi criada em 1960 pelo então Presidente da República Juscelino Kubitschek e chamava-se Escola Nacional de Florestas. Posteriormente, essa instituição, que estava localizada em Viçosa, foi transferida para a Universidade Federal do Paraná.
 
Segundo o MEC (Ministério da Educação), o curso de Engenharia Florestal é oferecido atualmente por 60 instituições de ensino superior. Somente em 2013 cerca de 1392 profissionais se formaram em nosso país, aumentando assim a quantidade de profissionais qualificados para atuar na proteção de nossas florestas.
 
 
Por Ma. Vanessa dos Santos

16 DE JULHO DIA DO COMERCIANTE

O Dia do Comerciante é comemorado anualmente em 16 de julho. Esta data é destinada a homenagear todos os profissionais que trabalham na área do comércio, ou seja, na venda de produtos e serviços.
 
Considerado um dos trabalhos mais antigos do mundo, o comércio é uma atividade extremamente importante para o desenvolvimento econômico do país.
 
O comércio nacional também é homenageado em outra data importante no Brasil, 30 de outubro, conhecido como o Dia do Comerciário.
 
 Dia do Comerciante surgiu a partir da criação da Lei nº 2.048, de 26 de outubro de 1953, que homenageia o nascimento de José Maria da Silva Lisboa, mais conhecido por Visconde de Cairu, o Patrono do Comércio Brasileiro.
 
O Visconde de Cairu foi o responsável pela criação das primeiras leis que beneficiariam o comércio brasileiro, que antes era totalmente dependente de Portugal.
 
Uma das suas principais ações foi aconselhar o rei português D. João VI a assinar a Carta Régia, em 28 de janeiro de 1808, abrindo os portos brasileiros ao comércio exterior.

17 DE JULHO DIA DE PROTEÇÃO ÀS FLORESTAS

Dia de Proteção às Florestas é mote para luta permanente. Com a comemoração e mobilização, a ideia é conscientizar as pessoas sobre a importância da manutenção dos biomas
 
No dia 17 de julho, comemora-se o Dia de Proteção às Florestas. Em meio a decisões sobre o novo Código Florestal, campanhas de conscientização e mobilizações contra o aquecimento global, a preservação dos biomas é um alerta corriqueiro, entretanto boa parte das florestas já foi desmatada, tornando impossível fazer um levantamento sobre o número de espécies extintas. Se o pensamento de preservação não existir, muitas outras correm o risco de sumirem para sempre. Impactos como este afetam não só as árvores como toda a biodiversidade presente em uma floresta.
 
O Dia de Preservação às Florestas foi criado exatamente com esse objetivo: conscientizar a população brasileira da necessidade de manter e recuperar as áreas verdes devastadas, principalmente por fatores não naturais (atividade humana), como especulação imobiliária, abertura de estradas e espaço para a agricultura. O desenvolvimento a qualquer custo é um inimigo das florestas, mas é possível agir e desenvolver um País de forma sustentável, através de leis rígidas que combatem a devastação em massa e garantem o replantio das áreas afetadas.
 
Para a pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Unicamp (Nepam), Dionete Santin, o maior problema a respeito da falta de preservação no Brasil é a falta de educação ambiental. Segundo ela, não se pode exigir de pessoas sem informações ou conhecimentos sobre a importância das florestas que respeitem o Meio Ambiente. “A falta de educação ambiental do povo brasileiro, sobretudo os menos favorecidos, é o que mais preocupa”, ressalta. “Precisamos salvar o Meio Ambiente, mas essa educação tem que começar já na formação de cada um”, completa a pesquisadora, que fez um monitoramento de todas as áreas de florestas no município de Campinas (SP).
 
Existe a dúvida a respeito da proficuidade e eficiência de dias “comemorativos” como este. Muitos acreditam que poucas pessoas ficam sabendo que 17 de julho é um dia especial e outros, que ficam sabendo, não sabem qual a mensagem real que a comemoração quer passar. Todavia, Santin acredita que dias como este tem o seu valor e deveriam ser mais recorrentes, pois servem para lembrar e provocar a reflexão nas pessoas sobre o problema. Sendo assim, o Dia de Preservação às Florestas pode ser um meio de informar para toda a população sobre esta problemática.
 
O engenheiro florestal Sidnei Costa acredita que o brasileiro está cada dia se conscientizando mais da necessidade de manutenção das florestas. “Antes as pessoas faziam ecoturismo e deixavam lixo por todos os lados. Os rios eram afetados e, consequentemente, toda a mata ciliar era prejudicada. Hoje existe mais informação e as pessoas parecem que perceberam que sem árvores, rios e matas o clima também será afetado e trará consequências irreversíveis para o mundo inteiro”, disse. “O Dia de Proteção às Florestas é mais um sinal de que as florestas precisam ser preservadas e o homem sabe disso”.
 

25 DE JULHO DIA DO COLONO

A definição do 25 de julho como Dia do Colono deu-se em 1924, em meio às comemorações do centenário de vinda dos primeiros alemães para o Rio Grande do Sul.

A colonização alemã

Por mais de 300 anos, após o descobrimento do Brasil, o Rio Grande do Sul foi dos índios. Os habitantes desta terra eram os nativos e a eles a grande área da província gaúcha pertencia. Quem vinha de fora é que tentava colonizar a região.

Coube aos alemães esta tarefa, com o trabalho e terra sendo moeda de troca na defesa das fronteiras brasileiras. Partindo da Europa rumo a América surgiam sonhos, anseios, dificuldades e um sentimento ainda pouco experimentado: a saudade de casa. Um novo mundo os esperava no sul do continente americano.

Um barco vindo da Alemanha trazia 39 esperançosos imigrantes. Deveriam ter sido 40, mas uma mulher acabou falecendo no trajeto. Seis eram católicos e 33 evangélicos.

Os colonizadores atracaram em Porto Alegre em 18 de julho de 1824, sendo recebidos pelo presidente da Província, José Feliciano Fernandes Pinheiro. Depois, foram encaminhados para São Leopoldo, chegando pelo Rio dos Sinos e desembarcando na Real Feitoria do Linho-Cânhamo à margem esquerda das águas. Era 25 de julho de 1824 e os alemães, momentos depois de sua chegada, realizaram o primeiro culto evangélico do Estado.

De lá para cá se passaram mais de 180 anos. As cidades colonizadas prosperaram, houve progresso em toda a região e os alemães se espalharam não só pelo Estado como por outras cidades do Brasil. Uma história bastante conhecida dos descendentes vivos que ainda hoje conservam seus costumes, tradições e o jeito alemão de ser.

Porque os alemães vieram

Em 1822, o major Jorge Antônio Schaffer foi enviado pelo Imperador Dom Pedro para a corte de Viena e demais cortes alemãs, para angariar colonos e conseguir soldados para o Corpo de Estrangeiros situado no Rio de Janeiro.

Este último objetivo não foi declarado, mas era mais importante do que o primeiro. Era assim que o Brasil iria garantir sua independência, ameaçada pelas tropas portuguesas que continuavam na Bahia, e pela recusa de Portugal em reconhecer o novo país.

O império anunciou aos interessados que eles receberiam 50 hectares de terra com vacas, bois e cavalos no Brasil, auxílio financeiro, isenção de impostos e serviços nos primeiros dez anos, liberação do serviço militar, nacionalização imediata e liberdade de culto.

A tal promessa do imperador foi cumprida apenas em parte. Aqui, os imigrantes receberam 77 hectares e não 50. Já a nacionalização e a liberdade de culto contrariavam a constituição brasileira. Mesmo que o cumprimento da promessa não tenha sido integral, aos colonos a posse da terra era o que interessava. Na época, a Alemanha era essencialmente rural. Existiam os senhores (donos de áreas de terra) e seus servos (cultivavam, mas não tinham a posse e cumpriam obrigações ao senhor).

Os imigrantes vieram de diferentes regiões da Alemanha, como Holstein, Hamburgo, Mecklemburgo, Hannover, Hunsrüch, Palatinado, além de grupos de pomeranos, westfalianos, wurtembergenses e boêmios.

A casa que abrigou os imigrantes foi erguida em outubro de 1788 e lá funcionava a Feitoria do Linho-Cânhamo, onde este vegetal era cultivado para a fabricação de cordas para os navios a vela da época.

 

 

25 DE JULHO DIA DO ESCRITOR

No dia 25 de julho comemora-se o Dia Nacional do Escritor, data instituída em 1960 pelo então presidente da União Brasileira de Escritores, João Peregrino Júnior, e pelo seu vice-presidente, o célebre escritor Jorge Amado.
 
O Dia do Escritor surgiu após a realização do I Festival do Escritor Brasileiro, iniciativa da UBE. O grande sucesso do evento foi primordial para que, por intermédio de um decreto governamental, a data fosse instituída com a finalidade de celebrar a importância do profissional das letras, profissão que, infelizmente, nem sempre tem sua relevância reconhecida.
 
Com pouco mais de quinhentos anos de história, a Literatura Brasileira, se comparada à tradição literária europeia, por exemplo, ainda é jovem, mas nem por isso menos rica e interessante. Dos primeiros cronistas à literatura contemporânea, oferece uma diversidade de autores que representam os mais variados gêneros, muitos internacionalmente reconhecidos.
 
Em verso e prosa, os escritores brasileiros representam e defendem a identidade cultural do país, fazendo da palavra a matéria-prima de sua arte. Por meio de pensamentos, sentimentos e opiniões, provocam nos leitores diferentes emoções, fazendo rir, chorar, recordar e refletir.
 
 
 

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